Antifa: como age o movimento de extrema esquerda que se instalou no Brasil

Vídeo: Homem com camisa do Brasil é espancado por manifestantes ...

O movimento militante de extrema esquerda que se denomina como “antifascista”, em seu nascimento não possuía hierarquia organizacional definida, talvez, uma artimanha para não ser caracterizado como organização criminosa e despistar as autoridades como um movimento pacifista, mas de pacífico esse movimento não tem nada.

Os primeiros grupos modernos da Antifa surgiram na cidade de Portland, no Estado de Oregon (EUA), no ano de 2007, e mais de uma década depois a cidade provou ser um foco para as atividades preferidas de muitos membros da Antifa. Entre estas atividades está a utilização de ameaças e agressões violentas a jornalistas contrários aos seus pensamentos, incitação de agressões e mortes a agentes da lei etc.. Se utilizam de roupas escuras e máscaras como forma de vestimentas, de difícil identificação por parte das autoridades.

Nos EUA, a coleção de grupos autônomos da Antifa nas principais cidades de esquerda vê-se como descendente dos movimentos antinazistas europeus e geralmente concorda que a melhor maneira de combater as ideias que consideram odiosas não é através de discurso ou debate, mas através de ação direta e ação física, ou seja, o confronto!

Sendo assim, evidências mostram que este grupo radical e de extrema esquerda já se encontra no Brasil e pronto para agir em vários estados. Neste último domingo apresentou-se dentro do conturbado cenário político brasileiro. A grande questão é que, enquanto no hemisfério norte da América este movimento pauta-se por uma luta cultural/racial de confrontos com grupos que se intitulam de supremacia branca, no Brasil não faz sentido esta luta instalar-se.

O Brasil é um país miscigenado onde não existe um grande embate ou confrontos raciais, uma vez que, basicamente, todos no Brasil são de raízes negras. Então porque a Antifa se instalou no Brasil? Esta é a pergunta que o tempo irá nos responder.

O que vimos domingo na Av. Paulista, em São Paulo, foi o método de agir da Antifa, contudo, notadamente vê-se que este movimento não possui muitos adeptos e teve que financiar uma torcida organizada acostumada a gerar violência nos estádios de futebol brasileiros para poder impor o confronto, que foi pontualmente repelido pelas forças policiais, além do que, constatamos a presença de parlamentares ligados a partidos de esquerda e extrema esquerda como PSOL, PT, PSDB, PSB, etc., incentivar esta ação, podendo, inclusive, ter financiado a logística e o pagamento desta “torcida”, o que carece de uma ampla e responsável investigação.

Desta forma, nos parece que a utilzação deste movimento é mais um pano de fundo para ações da esquerda, que não se cansa de tentar desestabilzar o Governo Federal e não aceita a derrota imposta nas urnas no pleito eleitoral de 2018. Além do mais, para se ter um movimento “antifascista” funcionando num país, primeiro tem que se ter um fascista no poder, e esta narrativa tendenciosa da esquerda de querer levar a população brasileira a acreditar que Bolsonaro é um fascista não engana nem a eles mesmos.

Logo, este movimento Antifa parece-nos, sem perceber, contemplar mais as ideias defendidas pela própria esquerda (totalitarismo, controle das mídias, controle da economia, supremacia do Estado) do que qualquer coisa. Se tem algo que estamos vendo pela primeira vez na história do Brasil é um governo completamente democrático, ético e probo, que luta incansavelmente para defender as bandeiras da famíla, da liberdade e do liberalismo econômico, pensamentos completamente divergentes de um fascista.


"Eles me odeiam porque eu escrevia desfavoravelmente sobre eles", disse Ngo à correspondente Lara Logan em sua série de documentários com várias partes: "No Agenda with Lara Logan". "Porque eu estava escrevendo honestamente sobre o que eles estavam fazendo."

Andy Ngo foi um dos primeiros jornalistas a relatar extensivamente as supostas raízes e motivações radicais do grupo extremista de extrema esquerda chamado Antifa - e, por isso, ele foi aparentemente alvejado e espancado.


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