CAC não é bandido!


CAC NÃO É AUTORIDADE! Alguns CAC... - 1911 ARMAS DE FOGO | Facebook

Recentemente a Rede Globo de televisão se utilizou de seu espaço midiático para difundir uma matéria completamente tendenciosa e cercada de desinformação para jogar a opinião pública contra os caçadores, atiradores e colecionadores (CACs) do Brasil.

A matéria é montada desde sua sonorização, cortes de imagem, e relatos de casos de homicídios em uma narrativa envolvente que direciona o telespectador a pensar ou imaginar que pessoas que possuem armas legais neste país são capazes das maiores atrocidades possíveis, como as que a matéria mostra, além de atribuir o aumento da criminalidade no Brasil ao aumento de armas em circulação. Mas vamos à verdade!

Primeira grande desinformação da matéria está no ponto de que a circulação de armas no país tem relação direta com a criminalidade, se queriam fazer esta relação, deveriam ter informado ao telespectador que as armas ILEGAIS têm relação com criminalidade e que um fato daquele, que foi mostrado na matéria (homicídio), não chega a 1% com a utilização de uma arma legal, valendo salientar que a arma registrada envolvida no homicídio da matéria fora subtraída pelo filho do proprietário, ou seja, o fato não foi praticado nem pelo proprietário da arma.

Outra relação esdrúxula exposta foi de que para cada 1% de armas circulando existiria um aumento de 2% na criminalidade: uma mentira deslavada que não possui base científica alguma. O mais interessante é que todos esses dados expostos na matéria não falam que curiosamente, após o governo federal permitir uma menor burocratização na aquisição de arma de fogo no país, passar a estudar uma maior flexibilização do porte e incentivar a posse ao cidadão de bem, os índices criminais caíram 25% em 2019.

O jornalismo da desesperada Rede Globo, que cumpre à risca a agenda desarmamentista neste país, esqueceu ou omitiu propositalmente que não é qualquer cidadão que pode possuir armas no Brasil e que é preciso cumprir uma série de requisitos legais que, por óbvio, qualquer pessoa que pretenda cometer um crime não se submeteria para obter uma arma de fogo, tendo que apresentar à Polícia Federal, no caso da posse, ou ao Exército, no caso dos CACs, as seguintes documentações: certidões negativas de antecedentes criminais (idoneidade); comprovante de residência; laudo atestando a capacidade técnica para o manuseio de arma de fogo; atestado de aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo; declaração de filiação em clube de tiro ou caça (para os CACs); ter idade igual ou superior a 25 anos; requerimento para Concessão de Certificado de Registro (para os CACs); declaração de segurança do acervo (para os CACs); Termo de Ciência, Compromisso e Responsabilidade (para os CACs); carteira de identidade e CPF; e pagar a taxa de concessão de Certificado de Registro (para os CACs). 

Sinceramente, você acha que alguém que tem intenção de cometer um crime ou sair por aí apontando sua arma para qualquer um diante de uma discussão banal se submeteria a todo esse processo?

Portanto, o grande problema do Brasil está na inversão da ordem de rigidez à qual o estatuto do desarmamento submeteu, pois enquanto cidadãos de bem foram sistematicamente desencorajados a possuir armas de fogo, as fronteiras de nosso país foram completamente escancaradas, permitindo assim o contrabando e a entrada de armas de forma ilegal, que alimentam a guerra sangrenta do tráfico de drogas no Brasil e outras organizações criminosas, através do sucateamento de nossas Forças Armadas, Abin, PF, PRF, Forças Estaduais e a falta de investimento em tecnologia, como o Sisfron, que só saiu do papel agora no governo de Bolsonaro.

Si vis pacem, para bellum (se quer paz, prepare-se para a guerra).



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