BRASIL: PARA ESTANCAR SANGRIA DO MERCADO, ALIADO DE LULA É FORÇADO A DIZER QUE NÃO SERÁ MINISTRO


O economista Guido Mantega anunciou, nesta sexta-feira, 11, que não será ministro no futuro governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele comandou a Fazenda por oito anos e meio nas gestões de Lula e Dilma Rousseff (PT).

“É claro que poderão ser escolhidas pessoas que estão lá, mas eu, por exemplo, não serei ministro”, disse o economista, em entrevista a GloboNews. “Já estou indicando. Já fui ministro do Planejamento, da Fazenda, e não pretendo ser mais ministro. Saio dessa vanguarda e fico na retaguarda, ajudando com conselhos e tudo o mais.”

Mantega não sugeriu, contudo, quem poderia ser responsável por liderar o ministério da Fazenda do PT. “O ministro da Economia tem de se enquadrar na política que é definida pelo governo e pelo Lula”, explicou.

Na quinta-feira 10, o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), anunciou que Mantega participará do grupo de transição do governo Lula. Ele integrará o grupo responsável pelo planejamento, Orçamento e gestão da equipe que dará início aos trabalhos da nova administração.

Ex-ministro da Fazenda nos governos petistas, Mantega ficou fora do grupo de transição especializado em economia. Na terça-feira 8, Alckmin anunciou André Lara Resende, Pérsio Arida, Guilherme Mello e Nelson Barbosa como responsáveis pelo grupo econômico. Ao todo, são 21 grupos temáticos, que indicam as prioridades do governo e os possíveis ministérios.

Além de Mantega, fazem parte do grupo de planejamento o deputado federal Enio Verri (PT-PR), a economista Esther Duek e Antonio Corrêa de Lacerda, presidente do Conselho Federal de Economia. Alckmin lembrou, contudo, que os integrantes da equipe de transição não têm passagem garantida para o novo governo. A decisão final, portanto, caberá a Lula.

Fonte: Revista Oeste.


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