VÍDEO: FUX ENQUADRA GILMAR MENDES EM DEFESA DE MENDONÇA NO SUPREMO A máscara do STF desmoronou em transmissão ao vivo. O bate-boca entre os ministros escancara a divisão total da Corte entre os que defendem o aparelhamento de espionagem contra magistrados e os que exigem o cumprimento mínimo da Constituição e das garantias legais. A Desqualificação Desesperada de Gilmar Mendes: Vendo a estrutura do inquérito clandestino ruir, Gilmar recorre à agressão pessoal e a chiliques jurídicos, disparando que Mendonça “deveria se prender” por afastar a cúpula da Polícia Federal. A reação histérica do decano mostra o pânico dos garantistas de ocasião quando o veneno do monitoramento ilegal atinge o próprio tribunal. Luiz Fux Desmascara a Hipocrisia e Impõe Respeito: Sem recuar um milímetro, Fux interveio para enquadrar o autoritarismo de Gilmar, expondo a contradição escancarada de quem sempre criticou a farsa de inquéritos perpétuos e agora valida uma “PF paralela” dedicada a bisbilhotar e chantagear ministros. Fux deu nome e sobrenome ao abuso: não há jurisdição sem imparcialidade, e usar a polícia para patrulhar colegas é prática de estado policial. Mendonça Mantém a Postura e Barrou o Granel da Censores: Alvo preferencial da máquina de moer reputações, André Mendonça rechaçou o circo de Gilmar mantendo a altivez e reafirmando o combate à espionagem clandestina. A coragem de cortar a cabeça do aparato de inteligência paralelo de Andrei Rodrigues foi o golpe mais duro contra a ditadura de gabinete instalada no STF nos últimos anos. Quem passou anos dando lição de moral garantista na TV agora esbraveja porque a casa caiu; a aliança firme entre Fux e Mendonça prova que até no império do arbítrio a coragem e a verdade encontram caminho para prevalecer.
Um novo confronto entre ministros marcou a sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (15), desta vez envolvendo Luiz Fux e Gilmar Mendes. A discussão ocorreu durante o debate sobre a decisão de André Mendonça que determinou o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e colocou em evidência diferentes interpretações sobre a atuação da corporação e os limites das decisões judiciais.
Gilmar Mendes criticou a medida tomada por Mendonça e classificou o afastamento como um erro grave. O ministro questionou a possibilidade de um integrante do Supremo determinar o afastamento do chefe de uma instituição de segurança pública de caráter nacional. A avaliação de Gilmar foi acompanhada de críticas à maneira como o procedimento foi conduzido.
Fux reagiu diretamente às observações do colega. O ministro defendeu a necessidade de analisar o comportamento da Polícia Federal diante de integrantes do Supremo e afirmou que existiam razões para questionar determinadas condutas atribuídas a setores da corporação.
A divergência ocorreu em um momento de forte tensão no plenário. O caso envolvendo Andrei Rodrigues já havia provocado decisões diferentes dentro do próprio Supremo. Mendonça determinou inicialmente o afastamento do diretor-geral e do diretor de Inteligência da PF. Na Segunda Turma, Fux e Kassio Nunes Marques acompanharam o relator e formaram maioria para manter a medida, enquanto Gilmar Mendes pediu vista.
Durante a sessão, Fux sustentou que sua posição não representava uma contestação à existência ou à importância da Polícia Federal. O ministro diferenciou a instituição, enquanto órgão de investigação, de eventuais condutas individuais ou de grupos dentro da estrutura policial que estivessem sob questionamento.
A discussão ganhou maior dimensão quando Fux mencionou informações relacionadas ao monitoramento de integrantes do Supremo. O ministro afirmou que determinadas ações atribuídas a agentes da Polícia Federal precisavam ser examinadas pelo Judiciário. Mendonça também havia apontado a existência de uma estrutura que, em sua avaliação, poderia ter atuado de maneira paralela dentro da corporação.
Gilmar, por outro lado, concentrou suas críticas na decisão de afastar Rodrigues. O ministro questionou a proporcionalidade da medida e comparou a situação com o afastamento de dirigentes de outras instituições estratégicas. Para ele, uma intervenção dessa natureza exigiria fundamentos especialmente consistentes.
O embate entre os ministros ocorreu dentro de um julgamento mais amplo, relacionado ao chamado caso Banco Master. A sessão analisava informações obtidas a partir do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e a possibilidade de abertura de uma investigação envolvendo o ministro Alexandre de Moraes.
As discussões, porém, ultrapassaram o conteúdo das mensagens atribuídas a Moraes e Vorcaro. Os ministros passaram a debater também a atuação da Polícia Federal, a produção de relatórios de inteligência e as decisões tomadas por Mendonça durante a condução de procedimentos relacionados ao caso.
Fux apresentou uma posição de defesa das medidas adotadas por Mendonça em relação à Polícia Federal. A manifestação colocou o ministro em oposição direta a Gilmar, que questionava a decisão e sua condução processual. O confronto ocorreu diante do plenário e foi acompanhado pelos demais integrantes da Corte.
A controvérsia também se relaciona a decisões posteriores envolvendo o afastamento de Rodrigues. Depois de Mendonça determinar a medida, Flávio Dino havia determinado o retorno do diretor-geral ao cargo. Posteriormente, Edson Fachin suspendeu decisões anteriores e determinou novos esclarecimentos antes de uma deliberação definitiva.
O episódio revelou a existência de posições distintas entre os ministros sobre a relação entre o STF e a Polícia Federal. Enquanto Gilmar questionou a intervenção sobre o comando da corporação, Fux defendeu que o tribunal deveria examinar eventuais condutas consideradas incompatíveis com as atribuições da instituição.
Mesmo com o clima de tensão, o debate prosseguiu dentro da sessão extraordinária. O confronto entre Fux e Gilmar tornou-se um dos principais momentos do julgamento e acrescentou uma nova camada à crise institucional envolvendo o Supremo, a Polícia Federal, André Mendonça e as investigações relacionadas ao Banco Master.
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