Brasil: prefeito de Criciúma-SC adota postura surpreendente e zera defensores do lockdown na prefeitura


No dia 17 de março, o prefeito de Criciúma (SC), Clésio Salvaro (PSDB), adotou medida autorizando que os servidores públicos poderiam se afastar de suas atividades, mas, para fazer isso, teriam que renunciar o salário. Muito tem se falado a respeito do lockdown em todo o país, por se tratar de uma medida que interfere de maneira direta e negativa na vida de muitos cidadãos, principalmente os que precisam sair todos os dias de casa para conseguir o seu sustento e, por causa dele, estão impedidas de colocar comida em suas mesas.

A maior parte das pessoas que defendem tal medida, que já se mostrou ineficaz para o combate ao Covid-19, têm seu salário garantido no final do mês.

"Não quer vir trabalhar? Não tem problema. Quer se cuidar? Ótimo, vai ficar em casa, mas não vai receber salário. É assim mesmo, porque é muito fácil pedir lockdown quando a geladeira está cheia e o salário, garantido, então estou decretando lockdown na prefeitura, só que é voluntário, facultativo. Quer lockdown? Vai ter, só não vai ter salário", afirmou o prefeito.

O decreto permanece válido e até o momento não houve nenhuma adesão, ou seja, nenhum servidor quis abrir mão do seu salário para ficar em casa. Além do decreto, o prefeito defende que para conter aglomerações o horário de funcionamento das atividades deve ser estendido.

"Parar, não dá. Não está trazendo o efeito que nós esperamos e nós não estamos sentados, os prefeitos, nem eu nem ninguém, contando os mortos. Nós estamos agindo contra isso, mas a paralisação não funciona [...] pedir inclusive que as igrejas, tanto as católicas quanto evangélicas, de qualquer denominação, fiquem abertas. Ali é uma palavra que o padre, o pastor, leva para seus fiéis. Ali é local seguro. As lojas, o local de trabalho, é local seguro, para quem trabalha e para o cliente também.", destacou Salvaro.


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