Na sabatina do advogado Cristiano Zanin para o cargo de ministro do STF, o senador General Hamilton Mourão levantou questões relevantes e à tona um precedente nos EUA em que a indicação de um amigo e advogado para a Suprema Corte resultou em renúncia do ministro, expressando sua esperança de que tal situação não ocorra no Brasil.
O senador ressaltou que muitas perguntas já haviam sido respondidas devido ao estágio avançado da sabatina e fez alguns questionamentos breves. Mourão perguntou a Zanin se ele aceitaria receber pagamento por palestras de empresários ou advogados e indagou sobre a ética de alguém ser vítima, investigador, denunciador e julgador ao mesmo tempo, referindo-se à "guerra jurídica" associada a Alexandre de Moraes.
Ao responder, Zanin acabou se esquecendo de abordar as perguntas de Mourão. Posteriormente, quando solicitado pelo senador, Zanin afirmou que não vê problemas na atividade acadêmica dos ministros do STF. Em relação à "guerra jurídica", o advogado desconversou e mencionou a necessidade de uma análise mais concreta do assunto.
Aviso: nós do blog Pensando Direita estamos sendo perseguidos por políticos e seus assessores nos grupos de WhatsApp! Garanta acesso ao nosso conteúdo clicando aqui, para entrar no grupo do WhatsApp onde você receberá todas as nossas matérias, notícias e artigos em primeira mão (apenas ADMs enviam mensagens).
Clique aqui para ter acesso ao livro O Brasil e a pandemia de absurdos, escrito por juristas, economistas, jornalistas e profissionais da saúde conservadores sobre os absurdos praticados durante a pandemia de Covid-19, como tiranias, campanhas anticientíficas, atos de corrupção, inconstitucionalidades por notáveis autoridades, fraudes e muito mais.
Postar um comentário
Cadastre seu e-mail na barra "seguir" para que você possa receber nossos artigos em sua caixa de entrada e nos acompanhe nas redes sociais.