BRASIL: STF FORMA MAIORIA PARA NOVO ENTENDIMENTO SOBRE FORO PRIVILEGIADO

BRASIL: EX-DIRETOR DA ABIN FAZ REVELAÇÃO QUE COMPROMETE EX-MINISTRO DE LULA


Em um depoimento surpreendente perante a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos atos ocorridos em 8 de janeiro, Saulo Moura da Cunha, ex-diretor adjunto da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), trouxe à tona informações que lançam sombras sobre o ex-ministro-chefe Gonçalves Dias, que liderava o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) na época.

Confira detalhes no vídeo:

Cunha afirmou que alertou pessoalmente Gonçalves Dias sobre o iminente risco de ataques às sedes dos Três Poderes por manifestantes extremistas. O ex-diretor relatou que, às 8h do dia 8 de janeiro, enviou uma mensagem ao general, informando sobre a possibilidade de ação violenta por parte dos manifestantes. A resposta de Gonçalves Dias, segundo Cunha, foi um enigmático "acho que vamos ter problemas".

À medida que o dia avançava, Cunha viu sua preocupação se tornar realidade quando carros de som incitando a invasão dos prédios públicos foram identificados por volta das 13h. O ex-diretor adjunto da Abin então ligou novamente para o então chefe do GSI, alertando-o sobre a iminente invasão, que ocorreu pouco depois, cerca de uma hora e meia após o aviso. As revelações de Cunha suscitam perguntas sobre a atuação do governo na prevenção e resposta aos incidentes dos atos de 8 de janeiro, gerando um novo enfoque nas investigações da CPMI e potencialmente expondo implicações para o ex-ministro Gonçalves Dias e sua gestão à frente do GSI durante aquele período turbulento.

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