A equipe de saúde que acompanha o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) informou nesta segunda-feira (29) que ele seguirá internado no hospital DF Star, em Brasília, durante a virada do ano. A permanência no hospital foi definida após alterações na pressão arterial, associadas ao uso de medicamentos, o que exigiu mudanças no tratamento e monitoramento constante.
Confira detalhes no vídeo:
De acordo com o cardiologista Brasil Caiado, a pressão de Bolsonaro apresentou elevação nos últimos dias como reação aos remédios administrados. Para controlar o quadro, os médicos decidiram aumentar a dosagem do medicamento utilizado no tratamento da hipertensão. Segundo a equipe, a medida teve efeito positivo e os níveis de pressão foram estabilizados, mas a recomendação foi manter a internação por segurança.
O ex-presidente está hospitalizado para tratar crises recorrentes de soluços, que vinham causando desconforto e interferindo em sua rotina. O cirurgião Cláudio Birolini, responsável pelo procedimento realizado, explicou que o caso exige cautela e que as primeiras 48 horas após a intervenção são decisivas para avaliar se o tratamento foi eficaz. Esse período de observação é considerado essencial para verificar a evolução do quadro clínico.
Segundo Birolini, apesar de Bolsonaro apresentar estabilidade, ainda não é possível afirmar que o problema foi totalmente resolvido. Por isso, está prevista a realização de uma nova endoscopia digestiva ao longo desta semana. O exame servirá para analisar o trato gastrointestinal e identificar possíveis causas que ainda estejam relacionadas aos sintomas apresentados.
A decisão de manter o ex-presidente internado durante o Réveillon foi tomada de forma preventiva. A equipe médica avalia que o ambiente hospitalar oferece condições mais seguras para intervenções imediatas, caso ocorra qualquer alteração inesperada. O histórico de saúde de Bolsonaro, que inclui cirurgias e internações anteriores, também foi levado em conta na definição da conduta.
Caso não surjam novas complicações e os exames indiquem evolução satisfatória, a previsão é de que Bolsonaro receba alta médica no dia 1º de janeiro de 2026. Até lá, ele seguirá sob acompanhamento contínuo, com controle rigoroso da pressão arterial e avaliação constante dos sintomas que motivaram a internação.
Pessoas próximas ao ex-presidente informaram que ele tem mantido contato com familiares e assessores, mas segue cumprindo as orientações médicas de repouso. Todos os compromissos públicos e atividades políticas continuam suspensos até que haja liberação oficial da equipe de saúde.
O hospital DF Star não divulgou novos boletins além das informações repassadas pelos médicos responsáveis. A equipe reforçou que atualizações adicionais só serão comunicadas caso haja mudanças relevantes no estado clínico do paciente.
Segundo os profissionais que acompanham o caso, o quadro de Bolsonaro é estável e não há, até o momento, indícios de agravamento. O objetivo do tratamento é garantir uma recuperação segura, reduzir riscos e evitar complicações, especialmente neste período de observação que antecede a possível alta hospitalar.
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