O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou o Hospital DF Star, em Brasília, na noite desta quinta-feira (1º de janeiro de 2026), após receber alta médica. Com a liberação, ele foi reconduzido à Superintendência da Polícia Federal, onde permanece preso para cumprir pena de 27 anos e 3 meses imposta por condenação relacionada à tentativa de golpe de Estado.
Confira detalhes no vídeo:
Bolsonaro estava internado desde o dia 24 de dezembro, quando deu entrada na unidade hospitalar para a realização de uma cirurgia destinada à correção de hérnia inguinal bilateral. O procedimento transcorreu sem intercorrências, segundo informações médicas, e o ex-presidente permaneceu em observação durante o período pós-operatório para acompanhamento da recuperação clínica.
A alta foi concedida após avaliação da equipe médica, que considerou o quadro de saúde estável e compatível com a continuidade do tratamento fora do ambiente hospitalar. Com isso, foi cumprida a determinação judicial que previa o retorno imediato de Bolsonaro à custódia da Polícia Federal assim que houvesse liberação médica formal.
A transferência ocorreu sob esquema de segurança e de forma reservada. Agentes da Polícia Federal acompanharam o deslocamento do ex-presidente do hospital até a unidade onde ele cumpre a pena. Não houve contato com apoiadores nem manifestações públicas durante a saída do hospital, e detalhes operacionais não foram divulgados pelas autoridades.
Antes da alta, a defesa de Bolsonaro havia solicitado a conversão da prisão em regime domiciliar, alegando razões humanitárias e questões de saúde. O pedido, no entanto, foi negado pelo Judiciário, que entendeu não haver respaldo legal para a medida nem impedimentos médicos que justificassem a substituição da custódia em unidade oficial.
A internação do ex-presidente ocorreu em meio a forte repercussão política e jurídica. Desde a condenação, o caso segue acompanhado de perto por aliados, adversários e pela opinião pública. Durante os dias em que esteve hospitalizado, o estado de saúde de Bolsonaro foi tema frequente de debates e manifestações nas redes sociais, refletindo a polarização política ainda presente no país.
A cirurgia para correção da hérnia inguinal bilateral se soma a uma série de procedimentos médicos enfrentados por Bolsonaro nos últimos anos. Desde 2018, o ex-presidente passou por diferentes intervenções cirúrgicas e períodos de internação, episódios que frequentemente foram citados por sua defesa em pedidos judiciais relacionados à sua situação penal.
Com o retorno à Superintendência da Polícia Federal, Bolsonaro seguirá cumprindo a pena conforme as determinações judiciais, com possibilidade de acompanhamento médico sempre que necessário. O caso continua sob atenção do meio jurídico e político, enquanto a defesa avalia eventuais novos recursos dentro do processo.
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