BRASIL: DADO ALARMANTE SOBRE VERBAS DO GOVERNO LULA PARA A GLOBO É REVELADO


O terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem sido marcado por uma forte concentração dos recursos de publicidade oficial na televisão, especialmente em grandes grupos de comunicação. Levantamentos indicam que o Grupo Globo recebeu quase metade de toda a verba destinada à publicidade televisiva federal no período, acumulando cerca de 61 milhões de reais desde o início do governo. O montante representa um salto significativo em relação à gestão anterior, com crescimento superior a 100%.

Confira detalhes no vídeo:



Apesar de a TV seguir como o principal canal individual de destino dos recursos, o governo ampliou de forma expressiva os investimentos em publicidade digital. As plataformas online passaram a ocupar um espaço central na estratégia de comunicação oficial, com gastos que chegaram a aproximadamente 120 milhões de reais. O avanço reflete a tentativa de alcançar públicos mais conectados e diversificar os meios de divulgação das ações governamentais.


A condução da maior parte desses recursos ficou sob responsabilidade da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. A SECOM foi o principal órgão gestor da verba publicitária federal em 2025, definindo campanhas, prioridades e a distribuição entre os diferentes meios. Logo atrás aparece o Ministério da Saúde, impulsionado por campanhas permanentes ligadas a políticas públicas, prevenção e ações do sistema de saúde.


Até dezembro de 2025, os registros oficiais apontam investimentos de cerca de 28 milhões de reais em publicidade institucional. No entanto, esses números não refletem o volume total gasto pelo governo federal. Parte relevante das despesas permanece fora do alcance dos dados consolidados, especialmente aquelas realizadas por empresas estatais e órgãos vinculados, o que impede uma visão completa do uso do dinheiro público nessa área.


A ausência de transparência é um dos principais pontos de crítica. Há anos, não existe detalhamento claro sobre quanto as estatais investem em propaganda nem sobre quais veículos recebem esses recursos. Essa falta de informações dificulta a fiscalização e levanta dúvidas sobre os critérios adotados, além de alimentar suspeitas de favorecimento e concentração excessiva em determinados grupos de mídia.


O governo sustenta que o aumento dos investimentos em comunicação é necessário para divulgar programas, políticas públicas e ações institucionais, além de enfrentar a disseminação de desinformação. Já críticos argumentam que o modelo atual reforça a dependência de grandes conglomerados e enfraquece a diversidade no acesso à verba pública.


Outro aspecto que chama atenção é a mudança no perfil dos gastos. Embora a televisão ainda concentre valores elevados quando analisada isoladamente, o volume total direcionado ao meio digital já supera, em muitos casos, os investimentos em mídias tradicionais. Essa tendência acompanha a transformação no consumo de informação no país.


O tema da publicidade oficial segue no centro do debate político. A pressão por mais transparência, critérios objetivos e divulgação completa dos gastos, incluindo os das estatais, deve continuar. Em um ambiente político polarizado, a forma como o governo utiliza a verba publicitária permanece sob constante escrutínio.


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