BRASIL: PASSAGEIRO SE NEGA A COLOCAR CELULAR NO MODO AVIÃO E É RETIRADO DA AERONAVE PELA PF





Um episódio ocorrido no Aeroporto Internacional de Brasília chamou a atenção de passageiros e funcionários na noite de sexta-feira, após um homem ser retirado de uma aeronave por se recusar a cumprir uma regra básica de segurança aérea. O passageiro se negou a colocar o telefone celular em modo avião, exigência feita pela tripulação antes da decolagem, o que levou à interrupção do procedimento normal do voo e à intervenção da Polícia Federal.

Confira detalhes no vídeo:


A situação aconteceu em um voo operado pela LATAM Airlines Brasil, que faria o trajeto entre Brasília e o Rio de Janeiro. De acordo com informações confirmadas pela companhia aérea, a tripulação identificou comportamento considerado inadequado e optou por acionar as autoridades para garantir a segurança a bordo. Um vídeo que circulou nas redes sociais mostra o momento em que agentes da Polícia Federal entram na aeronave e acompanham o passageiro para fora do avião, diante do olhar atento de outros viajantes.

Segundo a empresa aérea, a decisão de solicitar apoio policial foi tomada após o passageiro se recusar a seguir as orientações de segurança estabelecidas para todos os ocupantes da aeronave. O cumprimento dessas normas é obrigatório e faz parte dos protocolos adotados para reduzir riscos durante o voo, especialmente em fases críticas como a decolagem e o pouso. Após o desembarque do passageiro, o avião foi liberado para seguir viagem, decolando por volta das 19h20 e pousando no destino dentro do horário previsto, sem qualquer intercorrência.

A LATAM destacou que atua de forma rigorosa no cumprimento das normas de segurança operacional e que prioriza a integridade tanto dos passageiros quanto dos funcionários. A empresa reforçou que situações de indisciplina não são toleradas, uma vez que podem comprometer o andamento do voo e gerar riscos desnecessários. Casos como esse, embora não sejam frequentes, costumam resultar em atrasos e transtornos para todos os envolvidos.

A Polícia Federal informou que foi acionada após decisão da tripulação e que sua atuação se limitou ao acompanhamento e à retirada do passageiro da aeronave. A corporação ressaltou que a abordagem ocorreu de maneira controlada e com foco na preservação da ordem e da segurança no ambiente aeroportuário. Após deixar o avião, o passageiro foi encaminhado para a área externa do terminal, sem registro de confronto ou resistência física.

Questões relacionadas à remarcação da passagem, reembolso ou qualquer outra providência comercial ficaram sob responsabilidade exclusiva da companhia aérea. A Polícia Federal não informou se o passageiro poderá responder a algum tipo de procedimento administrativo ou penal, o que dependerá da avaliação do caso e das normas vigentes.

O episódio reacende o debate sobre o respeito às regras de convivência e segurança em voos comerciais. Embora o uso do modo avião em celulares seja frequentemente questionado por passageiros, a determinação continua sendo uma exigência das autoridades aeronáuticas e das companhias aéreas. O descumprimento pode resultar não apenas na retirada do passageiro, mas também em sanções mais severas, dependendo da gravidade da situação.

Casos como o registrado em Brasília servem de alerta para a importância da colaboração entre passageiros e tripulação. O respeito às normas garante não apenas o bom andamento da viagem, mas também a segurança coletiva em um ambiente onde qualquer comportamento inadequado pode ter consequências significativas.

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