VÍDEO: SECRETÁRIO DE TRUMP FAZ REVELAÇÃO SOBRE RECOMPENSA DE 50 MILHÕES DE DÓLARES POR MADURO


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou neste sábado, 3 de janeiro de 2026, que o governo norte-americano não fará o pagamento da recompensa de 50 milhões de dólares que havia sido anunciada anteriormente pela captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. A afirmação foi feita após a confirmação oficial de que o líder venezuelano foi detido durante uma operação militar conduzida por forças especiais em Caracas, na madrugada do mesmo dia.


Trump falou com jornalistas em sua residência particular, o resort de Mar-a-Lago, na Flórida, poucas horas depois de vir a público a informação sobre a captura de Maduro e de sua esposa, a primeira-dama Cilia Flores. Segundo o presidente norte-americano, a operação foi resultado de uma ação direta do Estado e não envolveu a colaboração de terceiros que justificasse o pagamento da recompensa oferecida anteriormente.


A recompensa havia sido divulgada em meio às acusações feitas pelo governo dos Estados Unidos contra Maduro, relacionadas a crimes como narcotráfico e terrorismo. O valor prometido era considerado um dos maiores já anunciados pelo país para a prisão de um chefe de Estado estrangeiro. No entanto, após a execução da ofensiva militar, Trump afirmou que a captura ocorreu por meio de planejamento e execução exclusivos das forças armadas e de segurança norte-americanas.


De acordo com informações divulgadas por autoridades dos Estados Unidos, a operação foi classificada como de alta complexidade e envolveu tropas de elite que atuaram de forma coordenada em pontos estratégicos da capital venezuelana. O objetivo principal era retirar Maduro do poder e colocá-lo sob custódia para que respondesse judicialmente em território norte-americano. A ação também resultou na detenção de Cilia Flores, que, segundo o Departamento de Justiça, enfrenta acusações semelhantes às do marido.


Durante a conversa com jornalistas, Trump evitou entrar em detalhes operacionais, mas afirmou que a decisão de não pagar a recompensa já estava definida internamente. Ele ressaltou que o anúncio do valor tinha caráter dissuasório e simbólico, funcionando como parte da pressão exercida ao longo dos últimos anos contra o governo venezuelano. Segundo o presidente, a missão foi concluída sem a necessidade de cooperação externa remunerada.


A declaração ocorre em um contexto de forte repercussão internacional. A captura de Maduro provocou reações imediatas em diversos países da América Latina e também em organismos internacionais, que acompanham os desdobramentos políticos e jurídicos do caso. A Venezuela vive um período de incerteza institucional, enquanto ainda não está claro quem assumirá o comando do país após a retirada forçada do presidente.


Nos Estados Unidos, o governo afirma que Maduro será encaminhado ao sistema judicial norte-americano nos próximos dias. A expectativa é que ele seja apresentado a um tribunal federal em Nova York, onde responderá formalmente às acusações. O Departamento de Justiça sustenta que o processo vinha sendo preparado há anos e que a operação militar apenas viabilizou o cumprimento da lei.


Ao encerrar sua fala, Trump reforçou que a prioridade do governo norte-americano é garantir que o caso siga os trâmites legais e que a situação na Venezuela seja monitorada de perto. Segundo ele, novas decisões poderão ser tomadas conforme o cenário político e de segurança evoluir.

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