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As Forças de Defesa de Israel tornaram públicas, neste sábado, imagens de ofensivas realizadas contra alvos localizados no oeste do Irã, evidenciando um novo patamar de tensão no Oriente Médio. De acordo com o comando militar israelense, os ataques integram a chamada Operação Leão Rugindo e tiveram como foco estruturas consideradas estratégicas pelo Exército. Segundo a versão oficial, centenas de objetivos militares foram atingidos ao longo da ação, que ocorreu de forma coordenada durante a madrugada.
Os vídeos divulgados mostram explosões em áreas apontadas como instalações ligadas ao aparato militar iraniano. Em uma das gravações, os militares israelenses afirmam ter atingido uma unidade de mísseis do regime iraniano no momento em que ela realizava o carregamento de um lançador e se preparava para efetuar um disparo contra o território israelense. Conforme o Exército, a operação teria neutralizado uma ameaça imediata e reduzido a capacidade ofensiva do Irã naquele setor.
A ofensiva contou também com a participação dos Estados Unidos, ampliando o alcance da ação militar contra o regime persa. O presidente norte-americano, Donald Trump, declarou que a campanha tem como objetivo central impedir que Teerã avance na obtenção de armas nucleares. Para o governo dos EUA, o desenvolvimento desse tipo de armamento pelo Irã representaria um risco significativo à segurança regional e global.
Autoridades de Israel afirmam que os alvos atingidos incluem centros de comando, depósitos de armamentos, sistemas de defesa aérea e estruturas ligadas à logística e operação de mísseis. O governo israelense sustenta que a ação se baseia em informações de inteligência consideradas precisas e que os ataques têm caráter preventivo, buscando impedir agressões futuras contra o país.
Do lado iraniano, não houve divulgação imediata de um balanço oficial sobre os danos ou possíveis vítimas. Meios de comunicação estatais do Irã confirmaram que explosões foram registradas em diferentes áreas do oeste do país, mas minimizaram os impactos. O regime iraniano mantém o discurso de que seu programa nuclear tem finalidade exclusivamente civil, posição contestada por Israel e por aliados ocidentais, que veem indícios de ambições militares.
A divulgação das imagens ocorre em um contexto de crescente hostilidade entre as partes, marcado por ameaças mútuas, ataques indiretos e operações pontuais nos últimos meses. Analistas avaliam que tornar públicos os registros dos bombardeios também cumpre um papel estratégico, ao demonstrar capacidade militar e disposição para agir de forma preventiva diante do que Israel considera riscos existenciais.
A escalada preocupa a comunidade internacional, que teme uma ampliação do conflito para outros países da região. Há receio de retaliações diretas do Irã ou de ações conduzidas por grupos aliados, o que poderia desencadear confrontos em múltiplas frentes no Oriente Médio. Líderes diplomáticos e organismos internacionais defendem cautela e ressaltam a importância de esforços diplomáticos para evitar um conflito de maior dimensão.
Enquanto isso, Israel mantém suas forças em alto nível de prontidão e afirma que continuará monitorando atentamente as movimentações do regime iraniano. O governo israelense reforça que não aceitará que Teerã alcance capacidade nuclear militar e que seguirá adotando, sempre que considerar necessário, ações para garantir sua segurança e a proteção de sua população.
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