A sessão realizada nesta quinta-feira na Câmara de Bayeux foi interrompida por um episódio inusitado que chamou a atenção de parlamentares e servidores. Em vez de divergências políticas ou impasses regimentais, o motivo da suspensão foi um forte odor que se espalhou pelo plenário e tornou inviável a continuidade dos trabalhos legislativos.
O caso ocorreu enquanto a vereadora Eloah Felinto fazia uso da tribuna para apresentar seu discurso. No meio da fala, a parlamentar parou a exposição ao relatar a presença de um cheiro intenso no ambiente. Segundo Eloah, o odor não teria sido acidental, mas provocado propositalmente por meio de um spray com cheiro semelhante ao de flatulência, supostamente utilizado por assessores ligados à presidência da Casa.
A acusação causou surpresa imediata entre os presentes e alterou completamente o clima da sessão. O plenário, que até então seguia o ritmo normal dos debates, passou a registrar comentários paralelos e reações de espanto. A vereadora classificou o episódio como desrespeitoso e incompatível com o funcionamento do Legislativo, afirmando que a situação ultrapassava o constrangimento pessoal e atingia a instituição como um todo.
Diante da confusão, a presidente da Câmara, Jays de Nita, deixou a mesa diretora alegando mal-estar. Conforme relatos, ela afirmou estar com dificuldade para respirar, o que reforçou a decisão de interromper a sessão. O plenário foi esvaziado para que o ambiente pudesse ser ventilado, enquanto servidores avaliavam as condições para uma eventual retomada dos trabalhos.
A interrupção inesperada rapidamente se espalhou fora do prédio do Legislativo. O episódio repercutiu entre moradores de Bayeux e ganhou espaço em conversas informais e nas redes sociais, misturando indignação, surpresa e até comentários bem-humorados. Apesar do tom jocoso adotado por parte do público, vereadores destacaram nos bastidores que o ocorrido comprometeu a imagem da Câmara e desviou o foco das pautas que estavam sendo discutidas.
Alguns parlamentares defenderam que o caso seja apurado para esclarecer o que de fato aconteceu no plenário. A avaliação é de que situações desse tipo não podem se repetir, pois afetam o decoro e a credibilidade do Legislativo municipal. Independentemente da origem do odor, vereadores ressaltaram a necessidade de respeito mútuo e de preservação do ambiente institucional.
A presidência da Câmara informou que a suspensão da sessão teve como objetivo garantir a saúde e o bem-estar de todos os presentes, sem detalhar oficialmente as circunstâncias que levaram ao episódio. Já Eloah Felinto reiterou sua denúncia e afirmou que espera providências para evitar novos constrangimentos durante os trabalhos legislativos.
O episódio evidencia como fatos inesperados podem interferir diretamente na rotina política de um município. Em vez de debates sobre projetos e demandas da população, a sessão acabou marcada por um acontecimento fora do comum, que entrou para a história recente da política local. A expectativa agora é de que as atividades legislativas sejam retomadas normalmente, mas o episódio já se consolidou como um dos momentos mais curiosos já registrados no plenário da Câmara de Bayeux.
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