VÍDEO: GLOBO SURPREENDE E RIDICULARIZA EXTREMISTAS DE ESQUERDA E AGENDA WOKE


O novo formato de humor exibido pelo Grupo Globo, no canal Multishow, passou a chamar atenção nas redes sociais ao apostar em esquetes que ironizam comportamentos considerados exagerados dentro da militância política de esquerda. A produção rapidamente viralizou na internet e gerou uma onda de comentários, debates e reações divididas entre usuários que elogiaram a sátira e outros que acusaram o programa de reforçar estereótipos políticos.


A esquete contou com a participação dos humoristas Tatá Werneck e Eduardo Sterblitch, conhecido nacionalmente pelo trabalho no programa Pânico na TV. O quadro utilizou situações caricatas para representar pessoas ligadas a pautas progressistas, abordando temas como linguagem neutra, ativismo digital, cancelamento e discussões ideológicas nas redes sociais.


A proposta humorística chamou atenção principalmente porque parte do público enxergou a produção como algo incomum dentro da linha editorial historicamente associada ao Grupo Globo. Nas plataformas digitais, muitos usuários comentaram que o programa pareceu adotar um tom mais aberto à crítica contra setores da esquerda, algo que normalmente costuma gerar forte repercussão política. Trechos da esquete foram compartilhados em massa no X, Instagram e TikTok, acumulando milhares de visualizações em poucas horas.


Enquanto alguns internautas consideraram o conteúdo uma crítica legítima aos excessos de determinados grupos militantes, outros afirmaram que o humor pode acabar banalizando pautas sociais importantes. Houve quem argumentasse que a sátira não atacava ideologias específicas, mas sim comportamentos extremos e performáticos que frequentemente se tornam alvo de discussões na internet. Para defensores dessa visão, o humor político deve atingir todos os lados do espectro ideológico, sem distinção.


A participação de Tatá Werneck e Eduardo Sterblitch também foi bastante comentada. Os dois artistas possuem forte identificação com o humor de improviso e com personagens caricatos, o que contribuiu para a repercussão do quadro. Sterblitch, inclusive, voltou a ser lembrado pelo estilo irreverente que marcou sua passagem pelo “Pânico”, programa que durante anos utilizou humor ácido e sátiras envolvendo política, celebridades e comportamento social.


Especialistas em comunicação apontam que o crescimento desse tipo de conteúdo está ligado ao desgaste provocado pela polarização política no Brasil. Em meio a um cenário de disputas constantes nas redes sociais, o humor passou a ocupar espaço relevante como ferramenta de crítica social e expressão cultural. Programas humorísticos têm explorado cada vez mais temas ligados à militância digital, comportamento ideológico e conflitos gerados pela cultura do cancelamento.


Ao mesmo tempo, a repercussão demonstra como produções de entretenimento continuam influenciando debates públicos e movimentando discussões políticas fora do ambiente jornalístico. Mesmo sendo apresentado como humor, o conteúdo acabou ultrapassando o campo do entretenimento e se transformando em tema de debate online, evidenciando o impacto que esquetes virais podem ter na percepção popular sobre movimentos políticos e sociais.


Com a ampla circulação dos vídeos nas redes, o programa ganhou visibilidade além da audiência tradicional do Multishow e reforçou a tendência de conteúdos humorísticos que misturam crítica política, comportamento digital e ironia social para gerar engajamento na internet.

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