VÍDEO: ESTUDANTES EXTREMISTAS SÃO DETIDOS APÓS INVASÃO NA USP



Uma tentativa de invasão ao prédio da Administração Central da Universidade de São Paulo (USP), no campus do Butantã, na capital paulista, terminou em confronto na noite de segunda-feira (8). O episódio envolveu um grupo encapuzado, feridos entre seguranças universitários e a condução de pessoas à delegacia após intervenção da polícia.


Segundo informações da própria universidade, o grupo tentou forçar a entrada no edifício e acabou entrando em conflito com os seguranças responsáveis pela proteção do local. Durante a ação, os invasores teriam utilizado objetos como pedaços de madeira, cassetetes improvisados e artefatos explosivos de efeito sonoro, como rojões, contra os profissionais de segurança que atuavam na contenção da ocorrência.


A situação rapidamente se intensificou, gerando tumulto na área externa do prédio. Três seguranças universitários ficaram feridos durante o confronto e precisaram ser encaminhados ao Hospital Universitário para atendimento médico. Outros integrantes da equipe de segurança também sofreram escoriações leves, mas não houve registro de ferimentos graves adicionais.


Diante da escalada do confronto, equipes de apoio foram acionadas e a Polícia Civil interveio para conter o grupo e restabelecer a ordem no local. Após a ação policial, seis pessoas foram conduzidas ao 7º Distrito Policial da Lapa, onde o caso foi formalmente registrado. Elas prestaram depoimento e, após os procedimentos iniciais, foram liberadas.


A reitoria da USP informou que os detidos seriam estudantes da própria instituição. A universidade também destacou que o episódio ocorreu sem qualquer relação com o comando oficial do movimento de greve, que teria decidido pelo encerramento da paralisação em assembleia realizada mais cedo no mesmo dia.


Em nota interna, a instituição classificou o ocorrido como um ato isolado, marcado por violência e pela quebra dos limites de manifestação. A administração ressaltou ainda que o episódio colocou em risco a integridade física de servidores que estavam apenas desempenhando suas funções de segurança no campus.


O caso gerou preocupação dentro da comunidade universitária, especialmente pelo fato de a ocorrência ter acontecido em uma área administrativa central da instituição. A presença de grupos encapuzados e o uso de objetos durante o confronto levantaram discussões sobre segurança no ambiente acadêmico e a necessidade de reforço na vigilância em períodos de tensão interna.


Após o incidente, a rotina no campus do Butantã foi retomada, mas com reforço na segurança em áreas estratégicas. Equipes de vigilância foram mobilizadas para monitorar os acessos e garantir a normalidade das atividades administrativas e acadêmicas.


A universidade informou que o caso seguirá sendo acompanhado pelas autoridades competentes e que eventuais medidas internas poderão ser avaliadas conforme o andamento das investigações. O episódio também deve ser analisado dentro do contexto das relações entre movimentos estudantis e administração universitária.


Enquanto isso, o caso segue sob apuração policial, com a coleta de depoimentos e análise de imagens de segurança que registraram parte da ação. A expectativa é de que novas informações sejam incorporadas ao inquérito nos próximos dias, à medida que as investigações avancem. 

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Comentários

  1. Não passam de baderneiros, anarquistas e desordeiros travestidos de estudantes.

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