VÍDEO: JORNAL APONTA QUE LULA FOI A FAVELA CONTROLADA PELO PCC


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva negociou uma visita à favela do Moinho, em São Paulo, com uma associação local que, conforme aponta o Ministério Público, tem ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das maiores facções criminosas do país. Essa comunidade é conhecida por estar sob o controle do crime organizado, com acesso restrito apenas aos moradores.

A visita foi articulada entre o governo federal e a associação que representa a favela, presidida por Alessandra Moja, irmã de um traficante preso em 2023. Além disso, a sede da associação já foi alvo de uma operação da Polícia Civil, que encontrou drogas como cocaína, crack e maconha.

No evento, Lula anunciou a realocação de 900 famílias da comunidade, com cada núcleo familiar podendo receber até 250 mil reais, sendo 180 mil pagos pela União. A primeira-dama, Janja da Silva, participou da agenda, que foi organizada pelo ministro Márcio Macedo. Registros indicam que representantes da associação se reuniram pelo menos cinco vezes com membros do governo entre 2024 e 2025.

Em nota, a Secretaria de Comunicação Social (SECON) defendeu o encontro como um ato público e institucional, ressaltando que o diálogo com lideranças comunitárias é parte essencial das políticas de inclusão social do governo.

Entretanto, a visita gerou críticas contundentes. Especialistas e comentaristas políticos alertam para os riscos da aproximação do governo com lideranças que possuem vínculos com o crime organizado. Destacam que, embora a maior parte dos moradores dessas comunidades sejam trabalhadores honestos em busca de melhores condições, essas áreas frequentemente ficam sob o domínio de facções criminosas que dificultam o progresso social.

No caso do Moinho, a associação presidida por Alessandra Moja, com antecedentes criminais, estaria diretamente associada ao PCC, responsável por atividades ilícitas na região e pelo fornecimento de drogas para a Cracolândia e outras áreas problemáticas.

Também foi apontado que o ministro Márcio Macedo, ex-tesoureiro do PT e atual secretário-geral da Presidência, participou do encontro sem que houvesse uma fiscalização rigorosa sobre os envolvidos, incluindo a presidente da associação, que possui histórico criminal.

Críticos ainda lembram um padrão de relacionamento entre o PT e organizações criminosas em favelas, tema que já foi alvo de investigações anteriores, envolvendo políticos ligados ao partido, e que chegou a ser censurado durante períodos eleitorais.

Com essa visita e as negociações para realocar famílias em territórios controlados por facções, o debate sobre as relações entre governo, políticos e crime organizado volta a ganhar destaque. Esse assunto deve ser central nas eleições de 2026, considerando o impacto direto dessas conexões na segurança pública e na política nacional.

Enquanto o governo afirma que o diálogo com essas lideranças é uma ferramenta para inclusão social, críticos alertam para o perigo de fortalecer grupos criminosos que controlam várias regiões do país. O desafio, segundo especialistas, é garantir os direitos da população vulnerável sem permitir a influência de organizações ilegais nas políticas públicas.


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