VÍDEO: JORNALISTA DA GLOBO IGNORA PESQUISAS, TENTA “DESMENTIR” TRUMP AO VIVO E VIRA ALVO DE CRÍTICAS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a se posicionar sobre a situação política no Brasil e demonstrou apoio direto a Jair Bolsonaro. Em declaração feita nesta segunda-feira (7), Trump afirmou que o ex-presidente brasileiro lidera as intenções de voto para a eleição de 2026 e criticou o governo Lula e o sistema judiciário brasileiro, alegando que Bolsonaro está sendo alvo de perseguição. Contudo, a jornalista Daniela Lima, da GloboNews, rebateu a fala do norte-americano e colocou em dúvida a veracidade da liderança atribuída a Bolsonaro.
Diversas pesquisas eleitorais divulgadas recentemente, como as conduzidas pelos institutos AtlasIntel, Futura Inteligência/Exame, Paraná Pesquisas, Gerp e CNT/MDA, apontam que Bolsonaro aparece entre os primeiros colocados na corrida presidencial. Em alguns levantamentos, o ex-presidente lidera cenários de primeiro turno. Ainda assim, Daniela Lima questionou a solidez dessa suposta vantagem nas pesquisas, destacando que o cenário eleitoral ainda está indefinido e condicionado a uma série de fatores políticos e jurídicos.
Atualmente, Jair Bolsonaro está inelegível por decisão da Justiça Eleitoral, o que o impede de disputar qualquer cargo público por um período determinado. Mesmo assim, Trump destacou em sua manifestação que o ex-presidente brasileiro conta com apoio popular e que qualquer tentativa de afastá-lo da vida pública deve ser encarada como uma ameaça à democracia. Ele também afirmou que acompanhará de perto os acontecimentos no Brasil, demonstrando preocupação com o que classificou como uma “caça às bruxas” contra Bolsonaro.
A declaração do líder republicano gerou repercussão entre analistas e veículos de comunicação. A jornalista Daniela Lima, por exemplo, adotou uma postura crítica, apontando que os dados apresentados por Trump não condizem integralmente com a realidade brasileira. Segundo ela, embora Bolsonaro ainda mantenha influência política relevante, a liderança mencionada por Trump não é absoluta e está longe de ser consenso entre os institutos de pesquisa.
Além disso, Daniela destacou que o futuro político de Bolsonaro depende de muitas variáveis, como a manutenção ou eventual reversão de sua inelegibilidade e o desempenho de novos nomes da direita, que começam a ganhar força nos bastidores. Entre os possíveis sucessores do ex-presidente, estão nomes como o do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o do governador mineiro, Romeu Zema, ambos bem avaliados em segmentos do eleitorado conservador.
O posicionamento de Trump reforça o elo entre lideranças da direita global, que frequentemente se manifestam em apoio mútuo diante de crises políticas. A fala do presidente americano também evidencia a repercussão internacional da política brasileira e os impactos que decisões internas podem gerar fora do país.
Enquanto isso, o cenário para 2026 permanece indefinido. A presença de Bolsonaro na corrida presidencial ainda é incerta, e seu papel como articulador político ou eventual cabo eleitoral pode ser decisivo para a consolidação de uma nova liderança no campo conservador. A disputa por espaço e narrativa dentro da direita deve continuar em ritmo acelerado nos próximos meses.
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