VÍDEO: EDUARDO BOLSONARO REAGE APÓS NOVO VAZAMENTO DE SITE DE ESQUERDA SOBRE FILME DE JAIR





O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro utilizou as redes sociais nesta sexta-feira, 15 de maio, para rebater informações recentes divulgadas sobre o financiamento do filme Dark Horse, produção que retrata a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em tom crítico, ele afirmou que as acusações são falsas e classificou as reportagens como parte de uma ofensiva política direcionada à sua família.

Em vídeos publicados em plataformas digitais, Eduardo acusou o portal The Intercept Brasil de promover divulgações seletivas de documentos e informações com o objetivo de desgastar politicamente aliados do grupo bolsonarista. Segundo ele, o material divulgado busca atingir especialmente o senador Flávio Bolsonaro, a quem Eduardo apontou como bem posicionado em cenários eleitorais futuros. Na avaliação do ex-parlamentar, há uma tentativa de construir uma narrativa negativa por meio da exposição parcial de dados.

Um dos principais pontos contestados por Eduardo Bolsonaro envolve a suposta participação financeira do banqueiro Daniel Vorcaro no projeto cinematográfico. Ele negou ter recebido qualquer tipo de apoio financeiro do empresário, tanto para a produção do filme quanto para sua permanência nos Estados Unidos. Para Eduardo, as reportagens insinuam vínculos inexistentes e atribuem a terceiros um financiamento que, segundo ele, nunca ocorreu.

A manifestação do ex-deputado ocorreu após a divulgação de contratos, mensagens e registros financeiros relacionados à produção do longa-metragem. De acordo com as informações publicadas, Eduardo aparece como produtor-executivo do projeto ao lado do deputado federal Mario Frias. Ambos teriam participado de decisões ligadas ao orçamento, à captação de recursos e à organização financeira da obra.

Os documentos revelados indicam que, em novembro de 2023, foi firmado um contrato que atribuiu à produtora norte-americana GoUp Entertainment a responsabilidade pela realização do filme. Nesse acordo, Eduardo Bolsonaro e Mario Frias aparecem vinculados a funções estratégicas relacionadas à estrutura financeira e administrativa do projeto, especialmente na fase inicial de desenvolvimento.

Ao se defender, Eduardo afirmou que sua participação no filme começou com recursos próprios. Segundo ele, valores arrecadados por meio do curso online “Ação Conservadora” foram utilizados para viabilizar os primeiros passos da produção. De acordo com o ex-deputado, aproximadamente 350 mil reais arrecadados no Brasil foram convertidos em cerca de 50 mil dólares, montante destinado à contratação de um diretor de Hollywood responsável pela elaboração inicial do roteiro.

Eduardo também explicou que optou por falar diretamente ao público para evitar interpretações que, em sua avaliação, seriam distorcidas pela cobertura jornalística. Ele afirmou que prefere prestar esclarecimentos sem intermediação, apresentando sua versão de forma direta e transparente. O ex-parlamentar reiterou que não houve irregularidades no financiamento do projeto e que todas as etapas seguiram critérios legais.

A controvérsia em torno do filme amplia o debate sobre produções audiovisuais de caráter político e sobre a origem dos recursos utilizados nesse tipo de iniciativa. O episódio segue repercutindo nas redes sociais e no meio político, alimentando discussões sobre liberdade de expressão, jornalismo investigativo e o uso de obras culturais como instrumentos de disputa de narrativas no cenário nacional.

VEJA TAMBÉM:

Clique aqui para ter acesso à Verdade sobre o que aconteceu a Jair Bolsonaro.

Comentários