Brasil: entenda a estranha fundamentação da juíza que autorizou a derrubada do canal do Terça Livre no YouTube


Na última quinta-feira (15) o canal do Terça Livre, maior portal conservador do Brasil, no YouTube, que contava com mais de 1 milhão de inscritos, foi excluído da plataforma sem explicação aparente. O portal foi à Justiça pelo direito de ter seu canal restabelecido, e este foi concedido por um colegiado de juízes, mas uma juíza de São Paulo contrariou o conjunto de magistrados e autorizou a derrubada. Na decisão, ela proferiu frases de elevado teor subjetivo, apontando "aparente incitação à violência" na mera transmissão de um discurso de Donald Trump. Recentemente, no entanto, o próprio Terça Livre havia transmitido um discurso do ditador cubano Miguel Díaz-Canel, que convocou os comunistas do país para atacar manifestantes contrários ao regime totalitário, e não houve nenhuma sanção do YouTube. Confira a reportagem do portal sobre o assunto:



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Comentários

  1. Uma magistrada militonta a serviço dos comuno/progressistas.

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  2. Uma magistrada militonta a serviço dos comuno/progressistas.

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  3. Uma magistrada militonta a serviço dos comuno/progressistas.

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