BRASIL: ANTROPÓLOGO DE ESQUERDA APONTA “CANALHICE DE GILBERTO GIL” COMO CAUSA DA DEMISSÃO DO GOVERNO


O escritor e antropólogo baiano Antonio Risério, de 71 anos, fez declarações contundentes sobre o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apontando uma total desorientação na condução das políticas públicas. Segundo ele, a gestão atual está completamente perdida, tanto no cenário interno quanto no campo internacional, refletindo uma falta de direção e de coerência política que compromete a governabilidade.

Confira detalhes no vídeo:

Risério, conhecido por sua trajetória intelectual e por sua atuação no campo da cultura, não poupou críticas. Em sua visão, o Brasil vive um momento de confusão ideológica no comando do Estado. Para ele, a política externa brasileira se transformou em um instrumento de retórica da esquerda internacional, agindo, segundo suas palavras, como uma “barata tonta de esquerda”, sem um plano claro de atuação e submissa a pautas ideológicas que afastam o país de seus reais interesses estratégicos.

No plano interno, o cenário descrito por Risério é igualmente desfavorável. Ele enxerga um governo que tenta agradar a todos, mas que, no fim das contas, não entrega respostas concretas nem à esquerda, nem ao centro. Chamando a política doméstica de “barata tonta de centro”, ele destaca a falta de firmeza e de projetos bem definidos como um dos principais problemas da atual gestão. Para o antropólogo, o resultado é um governo que promete unidade, mas entrega indecisão.

As críticas, no entanto, não se limitaram à esfera institucional. Risério também relembrou episódios de sua passagem pelo Ministério da Cultura, durante a gestão do ex-ministro Gilberto Gil. Em tom de desabafo, afirmou que foi retirado da pasta por “canalhice” do cantor e então ministro. Sem entrar em maiores detalhes sobre o contexto da saída, ele deixou claro que carrega ressentimento em relação ao episódio e acusa Gil de agir de forma desleal.

Essas declarações somam-se ao histórico de polêmicas que Risério vem protagonizando nos últimos anos, sempre com um discurso afiado e pouco alinhado aos consensos dominantes da esquerda brasileira. Seu posicionamento vem se consolidando como uma crítica constante ao identitarismo, ao uso político da cultura e à condução ideológica de temas que, segundo ele, deveriam ser tratados com mais equilíbrio e responsabilidade.

Em um país marcado por polarizações e disputas narrativas, falas como as de Risério ganham repercussão e alimentam o debate público, principalmente entre aqueles que enxergam o atual governo com desconfiança. Ao apontar desorganização, falta de visão e traições pessoais, ele contribui para o coro de vozes críticas que cobram mais consistência e menos discurso.

As palavras de Antonio Risério refletem não apenas uma decepção pessoal com o rumo do governo, mas também uma preocupação mais ampla com o futuro do Brasil sob uma liderança que, em sua opinião, se perde em contradições e escolhas equivocadas. Num cenário de incertezas, suas declarações ajudam a reforçar a imagem de um governo que ainda não conseguiu encontrar seu caminho.

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