MUNDO: SECRETÁRIO DE TRUMP FAZ ALERTA A DITADOR ALIADO DE LULA E APAVORA ESQUERDA


No aniversário de mais um ano da autodeclaração de Nicolás Maduro como vencedor de uma eleição considerada fraudulenta pela comunidade internacional, os Estados Unidos voltaram a endurecer o tom contra o regime venezuelano. O Secretário de Estado americano, Marco Rubio, divulgou uma declaração oficial na qual nega a legitimidade do governo de Maduro e acusa o líder de ser chefe de uma organização de narcotráfico que, segundo Washington, opera para levar drogas até os Estados Unidos e a Europa.

Confira detalhes no vídeo:

Em seu pronunciamento, Rubio classificou Maduro como líder do chamado Cartel de los Soles, apontado pelo governo norte-americano como uma organização criminosa e terrorista baseada na Venezuela. O secretário ressaltou que o cartel teria corrompido as principais instituições do país sul-americano, incluindo setores das Forças Armadas, órgãos de inteligência, Legislativo e Judiciário, com o objetivo de facilitar o envio de entorpecentes para o território norte-americano.

A declaração foi acompanhada por uma postagem firme nas redes sociais, em que Rubio enfatizou que Maduro não é o presidente legítimo da Venezuela, mas sim o chefe de um cartel narco-terrorista que tomou o controle do Estado. Para o secretário, as ações do regime, além de violarem a soberania popular, representam uma ameaça direta à segurança nacional dos Estados Unidos.

A porta-voz do Secretário de Estado, Tammy Bruce, também se manifestou sobre o tema. Segundo ela, a Casa Branca manterá esforços diplomáticos em parceria com outros países das Américas para apoiar o retorno da democracia à Venezuela. Além disso, reforçou que o governo Biden está comprometido em atuar de forma coordenada para conter o avanço do narcotráfico associado ao regime de Caracas.

No mesmo contexto, o Departamento do Tesouro dos EUA divulgou uma medida que amplia as sanções econômicas contra Maduro e pessoas de sua cúpula, incluindo militares e integrantes do governo acusados de dar suporte logístico às atividades do Cartel de los Soles. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, destacou que a medida reforça a promessa de Washington de agir com rigor contra redes criminosas que representam risco à segurança interna. A nota oficial menciona ainda outras organizações visadas pelas autoridades americanas, como o Tren de Aragua e o Cartel de Sinaloa, além de intermediários que, segundo o Tesouro, facilitam o tráfico internacional.

De acordo com o governo americano, o nome Cartel de los Soles faz referência aos sóis presentes nos uniformes de oficiais militares venezuelanos, indicando a participação direta de altos escalões das Forças Armadas no esquema ilícito. O cartel, segundo os EUA, não apenas movimenta entorpecentes como exerce controle sobre rotas de transporte e recebe proteção de agentes estatais para garantir a circulação da droga até mercados consumidores.

No comunicado, Rubio destacou ainda que a recente marcação de eleições municipais na Venezuela, próxima ao aniversário da eleição presidencial contestada de 2018, seria mais uma estratégia para mobilizar o aparato de repressão do Estado, com apoio de militares e forças de segurança, visando coibir manifestações populares e a organização da oposição.

Em meio à escalada de tensões diplomáticas, o governo dos Estados Unidos reiterou que continuará pressionando o regime de Maduro, aplicando sanções financeiras e buscando o apoio de parceiros regionais para isolar economicamente Caracas. Para Washington, a manutenção de um governo considerado ilegítimo e ligado ao crime organizado compromete não apenas a democracia venezuelana, mas também gera impactos diretos na segurança das fronteiras e na luta contra o tráfico internacional de drogas.

No momento, a expectativa é que novas medidas restritivas sejam anunciadas nos próximos meses, enquanto opositores venezuelanos articulam estratégias para tentar restabelecer o processo democrático no país, com apoio logístico e político de governos aliados na América Latina e na Europa.

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