VÍDEO: COMUNISTAS ATACAM FILHA DE ROBERTO JUSTUS E GERAM REAÇÃO


Os recentes ataques nas redes sociais contra a filha do empresário Roberto Justus, de apenas 5 anos, provocaram indignação entre parlamentares e figuras públicas ligadas ao campo conservador. As ofensas, atribuídas a militantes da extrema-esquerda, foram classificadas como cruéis e inaceitáveis, despertando uma onda de solidariedade à família e duras críticas à postura de omissão das instituições responsáveis por coibir discursos de ódio.

Entre os primeiros a se manifestar esteve o senador Flávio Bolsonaro, que condenou os ataques direcionados à criança e expressou apoio a Roberto Justus e sua esposa, Ana Paula Siebert. Ele cobrou providências por parte do Judiciário e afirmou que é preciso demonstrar que o ambiente digital não é livre para ofensas impunes, sobretudo quando envolvem menores de idade.

Outros deputados federais também repercutiram o caso. Anderson Moraes alertou que ações como essa fazem parte de uma estratégia recorrente da esquerda radical para causar divisão social. Segundo ele, esses episódios servem como pretexto para justificar a censura e ampliar o controle sobre as liberdades individuais.

Helio Lopes também se manifestou, lamentando a agressividade contra a criança e a naturalização de discursos violentos vindos de militantes e até mesmo de membros da comunidade acadêmica. Ele mencionou a gravidade de um professor universitário participar dos ataques, apontando para o radicalismo ideológico presente em instituições de ensino.

O deputado Cabo Junio Amaral reforçou esse ponto, questionando a falta de limites nas universidades e sugerindo que elas precisariam passar por uma regulamentação mais firme. Ele afirmou que o caso ultrapassou qualquer barreira ética e que o extremismo político está contaminando até as discussões sobre famílias e crianças.

A omissão do Ministério Público e do Judiciário também foi alvo de críticas. O jornalista Claudio Dantas e outros parlamentares cobraram isonomia no tratamento de casos envolvendo discurso de ódio. Segundo eles, quando os ataques partem da direita, as respostas são imediatas, enquanto situações semelhantes protagonizadas por militantes de esquerda são ignoradas ou relativizadas.

O deputado Coronel Chrisóstomo classificou os autores dos comentários como desumanos e afirmou que o simples fato de uma criança ser filha de um empresário bem-sucedido foi suficiente para torná-la alvo de ódio ideológico. Já Carlos Jordy destacou que o incômodo da esquerda não é com o estilo de vida da menina, mas sim com o sucesso da família fora da lógica assistencialista promovida pelo Estado.

Para Jordy, a intolerância está no fato de que Justus representa um exemplo de ascensão sem militância política ou dependência estatal. Ele afirmou que muitos dos que pregam igualdade e justiça social são, na prática, movidos pelo ressentimento e pela rejeição ao mérito individual.

O episódio reacendeu discussões sobre os limites do discurso nas redes sociais, a parcialidade institucional no combate ao ódio e o impacto da polarização até mesmo sobre questões familiares e pessoais. A pressão por providências deve se intensificar nos próximos dias, enquanto o debate sobre liberdade de expressão e proteção de menores volta ao centro da pauta pública.


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